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Fandango Gaúcho, Cultura 
Baile Tradicional, Folclore e Tradição
Acerca Dessa Página 
Histórias
Privilégio Instrumental 
No Galpão
A Indulmentária
Danças Gaúchas
Discografia
Referência Bibliográfica
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Fandango  

"Dança Andaluza de procedência árabe. Dança de galanteio cantada com acompanhamento de violão e castanholas. Compasso ternário allegro".  

No Brasil, o fandango apresenta-se nas regiões litorâneas de inspiração portuguesa, no norte e nordeste é um auto de marujos - a Marujada - A Barca -  e o Fandango do Paraná. 

"No Rio Grande do Sul, dá-se o nome de fandango ao conjunto de danças realizadas em um baile gaúcho".  

 
Seja bem-vindo! Bom baile...
Milton Souza de Moraes
Endereço Eletrônico: miltonsmoraes@bol.com.br
 
Em Porto Alegre, domingo, 18 de Março de 2007 
 
Rio Grande do Sul - Brasil
 
  
 
www.paginafandango.pop.com.br 
 
 




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Acerca Dessa Página

      A páginaFandango é um instrumento de divulgação cultural especialmente dedicado ao fandango, baile de salão fundamentado no folclore e nas tradições do Rio Grande do Sul, tema de importância relevante na expressão autêntica da cultura e das tradições gaúchas, tal como a indulmentária, o chimarrão, o churrasco e os demais usos e costumes populares. 

     Esse trabalho é composto por resultados de uma pesquisa bibliográfica e discográfica particular realizada por motivação pessoal e independente sobre o baile tradicional gaúcho.

     Os textos encontrados nessas páginas grafados com aspas são citações selecionadas de fontes e autores conforme referência bibliográfica segundo nossa melhor análise e avaliação. Os demais textos expressam idéias, sugestões e juízos que fazemos livremente sem a obrigação de concordar com outros pensamentos sobre o tema, sem deixar de reconhecer a existência e possível valor dos mesmos.

     A páginaFandango está disponível desde junho de 2002 no endereço abaixo assinalado e a data de atualização está divulgada no topo da página. Observações, críticas e sugestões são bem-vindas e podem ser encaminhadas através do endereço eletrônico. A busca por novos textos, dados e melhorias é contínua.
 

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Histórias

 
 
 



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O Privilégio Instrumental
Abre a Gaita Gaiteiro !
 
     O acordeon (gaita de fole) conhecido como gaita ou cordeona é o principal instrumento musical para o fandango gaúcho, é o primeiro instrumento do conjunto que executa o baile gaúcho, a cordeona no fandango é mais importante do que o canto e o vocal do conjunto, é o tom musical mais alto, é o som mais percebido por quem escuta, os outros instrumentos somente acompanham a cordeona, sem gaita não existe fandango (baile gaúcho). Um bom e hábil gaiteiro geralmente executa sua função sentado sem o uso de “firulas ou acrobacias visuais”.
 
Acompanhamentos Instrumentais
 
A guitarra originalmente é um instrumento musical de cordas não eletrificado, possui braço longo e caixa de ressonância de madeira em forma de ´8´ com fundo chato, também conhecido como VIOLÃO de seis cordas é o segundo instrumento do conjunto musical de fandango, é de muita importância para quem dança pois é ele que dita e marca o compasso do ritmo musical.
 
    O pandeiro é o terceiro instrumento do fandango, servindo apenas de acompanhamento dos demais instrumentos, pois de outra forma o conjunto musical corre o risco de transformar alguns ritmos do fandango em outros distantes das características originais e culturais.
 
 
 
Outros Recursos Sonoros

     É comum aparecer outros instrumentos pouco importantes para o fandango, embora alguns menos avisados tentam coloca-los como primeiros instrumentos transformando o fandango em um espetáculo distorcido culturalmente sem nenhuma autenticidade: baixo e guitarra elétrica, bateria, bumbo, teclado eletrônico, percussão, são alguns instrumentos nada originais para o fandango gaúcho, devendo ser evitados, no entanto nos dias de hoje são popularmente aceitos, caso inevitável devem ser utilizados obrigatoriamente de forma discreta apenas como acompanhamento do fundo musical sem jamais “roubar” o som do violão e principalmente da cordeona.

     As tecnologias de som a exemplo da amplificação é um recurso musical comum nos fandangos atuais, pode ser aceito, entretanto são necessários alguns cuidados, tais como: privilegiar o som da cordeona e preferir a qualidade sonora ao excesso de volume, fandango não é “baile de surdos”.
 

Letras e Sensibilidade Poética
 
     Não há obrigatoriedade quanto a existência de letras nas músicas executadas no fandango, há exemplos de gaiteiros consagrados, tais como: Honeyde e Adelar Bertussi, Albino Manique, Odilon e Arnóbio Bilia, Edson Dutra, Beto Caetano, Virgílio Pinheiro, Renato Borghetti, Gilnei Bertussi, Dolinho, Itajaíba Mattana, Neron Bilia, Gildinho, Porca Véia, Gilberto Monteiro, Tio Bilia ou ainda tantos outros, que por habilidade e maestria com a cordeona jamais perderam em qualidade sonora ao tocar Bugio, Vanera ou outros ritmos sem o acompanhamento vocal.

     A letra da música tem sua importância quanto a sensibilidade, deve “tocar a alma humana”, mas no fandango quando ocorre ela deve ter a função de acompanhamento do conjunto musical, originalmente simples sem muitos recursos poéticos, respeitosa e sem vulgaridades, não é necessário gritar, falar “grosso”, usar termos chulos, forçar erros de pronúncia da língua portuguesa para mostrar que é mais gaúcho ou “campeiro” que os outros. Por outro lado as letras das músicas devem preferir como diz Glênio Fagundes “... colocar em relevo nossos usos, costumes e histórias, demostrando todo o orgulho, o amor e o respeito pelas coisas da nossa terra ...”.

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No Galpão

     O fandango é “baile de candeeiro”, baile de gente decente, não é bagunça nem farra de vândalos e “bagaceiros”, é um encontro social e familiar do gaúcho, pode ser realizado em qualquer salão, mas há preferências quanto a simplicidade de um galpão crioulo comum dos Centros de Tradição Gaúcha. O baile é executado com luzes brancas acesas sem fazer uso de efeitos especiais, tais como: luzes coloridas, piscantes, gelo seco, laser e muito menos no escuro, “baile de cola-atada não é coisa de gente decente e não entra prenda donzela”. O ambiente deve obrigatoriamente ser respeitoso, alegre e convidativo ao exercício da dança.

     Por ser um momento social do gaúcho o fandango pode ser realizado em ocasiões especiais e comuns na vida de qualquer pessoa, aniversários, casamentos, batizados, comemorações, formaturas e jantares, desde que preservem os aspectos e valores de um “baile de candeeiro”.

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A Indulmentária
 
    O principal traje do gaúcho para o fandango é a pilcha, mas deve ser uma pilcha apropriada para ocasiões sociais, não é permitido uso de facas, boleadeiras, chapéus, boinas, bonés, armas de qualquer espécie, coberturas, esporas, tiradores e outros recursos “campeiros” que devem ficar guardados em outro local por não serem próprios para a sala de baile.
 
     O Movimento Tradicionalista Gaúcho faz recomendações quanto ao uso da pilcha do peão e da prenda em ambos os casos preservam o princípio de serem simples, discretas e bem cuidadas. Também é importante notar que existe uma Lei Estadual que reconhece e formaliza o uso da pilcha em eventos sociais e oficiais do Estado do Rio Grande do Sul.

     A pilcha é o principal traje para o fandango gaúcho, entretanto em muitas ocasiões não é comum o seu uso, porém isso não impede a realização do fandango. Exceto em bailes oficiais de entidades tradicionalistas, os trajes sociais ou auto-esporte para homens e vestidos recatados, discretos e sem adornos excessivos para as mulheres geralmente ficam bem aos pares dançantes sem causar prejuízos à beleza e o andamento do baile.

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Danças Gaúchas
 
    Os ritmos executados no baile devem ser originais que preservem a autenticidade do folclore gaúcho de forte influência histórica européia e latino-americana. Quanto ao fandango antigo no Rio Grande do Sul as mais populares são: anu, balaio, queromana, tatu e tirana. No fandango atual são executados preferencialmente os seguintes ritmos do folclore vigente: marchas, vaneras, vanerões, xotes, milongas, rancheiras, polcas, valsas, chamamés e bugios.
 
     Os ritmos de fandango são musicalmente ricos e variados permitindo evoluções belas e harmoniosas na dança, cada ritmo dança-se de um jeito e cada ritmo tem a sua característica própria de ser dançado. Sendo assim recomenda-se que o conjunto musical de fandango execute todos dos ritmos de forma variada e criteriosa sem distorcer um determinado ritmo acelerando-o para um efeito mais ágil e nem repetindo excessivamente o mesmo ritmo musical caindo na mesmice ou ainda descaracterizando-o quanto a sua forma original. Esses ritmos apresentam as seguintes características históricas:
 
Marcha Polonaise
 
“A Polonesa ou Polonesie é dança originária da Polônia que foi mencionada após o ano de 1675. Essa dança de conjunto teria se originado de uma marcha triunfal de antigos guerreiros poloneses. Nas áreas de colonização italiana e alemã, no Rio Grande do Sul, a Polonesie continua sendo a dança solene de abertura de bailes ou ponto culminante de festividades como: Festa do Rei do Tiro e Kerbs”.
 
Marcha
 
“No Brasil, teve origem nos blocos carnavalescos de rua, pois além de peças musical e coreográfica relacionada com o carnaval, o nome indica um dos passos do antigo 'Quicumbis' (Dança de Igreja)”.
 
Valsa
 
“Sua origem mais próxima vem das danças rústicas alpinas (Austria), destacando-se o Lãndler. Do campo a Valsa foi para as cidades, notabilizando-se, inicialmente em Viena. Expandiu-se por toda a Europa, porém, na França a Valsa assumiu feições próprias (lenta, lânguida, sentimental). No Brasil a Valsa foi cultivadíssima no século passado, desde o nível popular até o erudito”.
 
Rancheira
 
“É uma versão nacionalizada da Mazurca (Dança de origem polonesa) na Argentina, Brasil e Uruguai. ... No estilo da fronteira dança-se a Rancheira bem marcada com batida de todo o pé no chão, assemelhando-se assim os movimentos dos pares a um valseado. O gaiteiro quando toca segura mais a nota musical, dando mais extensão à nota. Liga (Legatto = ritmo constante). ... Na serra difere do estilo fronteiriço apenas na forma de executar, pois dança-se bem rápido e puladinho com acentuada marcação de todo o pé no tempo forte da música (1º tempo). O gaiteiro serrano faz uma sequência com interrupção da nota musical. (Stacatto = ritmo alternado)”.
 
Vanera
 
    A Vanera, Vaneira ou ainda Havaneira tem origem na Habanera, ritmo cubano com o nome em referência a capital Havana (La Habana). É uma aculturação dos ritmos afros pelos cubanos, entretanto exportadas aos salões europeus especialmente os de Paris e Madri, foi dança de sucesso muito apreciada, difundida e preferida por compositores franceses e espanhóis. A Vaneira chegou no Brasil por volta de 1866 influenciando ritmos como o samba-canção brasileiro, e outros do fandango gaúcho tais como o vanerão, o limpa-banco e o bugio.

    No Rio Grande do Sul a Vanera é um ritmo musical de andamento moderado, a coreografia é de dois passos para um lado (pé esquerdo) e um passo para o outro lado (pé direito), observando-se dois tempos musicais para ambos os lados.

    A Vanera conquistou um espaço privilegiado entre os conjuntos musicais de fandango, sendo hoje, presença marcante e obrigatória em qualquer baile tradicional, praticamente sendo o ritmo básico do baile ou o mais executado no evento.

Vanerão
 

“... é uma música de andamento rápido, mas com acompanhamento e características típicas da Habanera”.
 
Bugio
 
    O nome desse ritmo e os movimentos excecutados na dança são inspirados em um tipo de macaco muito astuto e popular que habita as regiões de matas no sul do país, o bugio.

    É  um autêntico ritmo gaúcho, criado e desenvolvido no Rio Grande do Sul, diferente dos demais que mesmo com suas adaptações são das mais diversas origens (geralmente européias). Não sabe-se ao certo mas, alguns dissem que o bugio surgiu de um erro do gaiteiro, outros dissem que foi da tentativa de imitar o ronco do bugio usando o jogo de fole da gaita.

    Era dança da ralé (camada inferior da sociedade) comum nos bailes ´Bragados´ da região rural missioneira e nos meretrícios, mas tornou-se bastante popular passando a ser aceita até mesmo nas festas da alta sociedade. Atualmente o Bugio tem grande aceitação no meio tradicionalista e na maioria das festas populares do Rio Grande do Sul especialmente nas regiões das missões, no planalto médio e nos campos de cima da serra, mas parece perder espaço entre grupos musicais, mesmo sendo a dança de salão mais autêntica e gaúcha entre todas as coreografias e ritmos executados no baile tradicional.

    A coreografia lembra os movimentos do macaco, dois passos para cada lado, cada compasso é binário e equivale a dois movimentos para cada lado, sendo que na passagem do segundo para o terceiro movimento no momento em que é dado o jogo de foles da gaita, os pares dão um pulinho lateral.

Xote
 

“Segundo Baptista Siqueira, a Schottisch entrou no Brasil no início da década de 1850, difundindo-se pelo país. O nome da dança (é palavra alemã que significa escocesa) é enganoso, pois conforme o Grove´s Dictionary of Music and Musicians (5ª ed. 1955), do ponto de vista moderno é que essa dança nada tem a ver com a Escócia. É uma dança de procedência francesa com nome escocês. O compasso do Schottisch é binário ou quartenário e o andamento é rápido”.
 
Milonga
 
“Dança urbana de Buenos Aires, da mesma geração do Tango, mas com melodia e ritmo brejeiro. O sentido do termo provém da língua ”Bunda” da República dos Camarões, (Melunga = palavra, o plural é Milonga)”.
 
Chamamé
 
“Para o folclorista argentino Joaquim Lopez Flores, essa dança correntina (Província de Corrientes) teria nascido justamente da velha “Chimarrita” do Rio Grande do Sul (introduzida pelos açorianos)”.
 
Polca
 
“Dança de compasso binário em andamento vivo, originou-se no início do século passado, na Boêmia, fez sucesso na França e difundiu-se daí para outros países, inclusive o Brasil. Há vários tipos de modas coreográficas que deram a denominação à Polca, One Step, Polquinha, Limpa-banco, Arrasta-p&ea
cute;, Gasta-sola, Serrote, Polca das Damas (a moça tira o rapaz para dançar), Polca de Relação ou Meia Canha (os pares dizem versos um para o outro)”.
 
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Discografia
 
"Falar em Bertussi é falar na hospitalidade serrana, na autenticidade e no amor ao Rio Grande, terra que os criou.
Na nota de alguma gaitita aporreada, soprada pelos ventos, há de reviver muito mais o braseiro votivo do
galpão ou o acampamento dos tropeiros da cultura - Os Bertussi - reconhecidos pelo Brasil e além fronteiras."
Texto de Omair Trindade na contra-capa
do CD O Melhor de Os Bertussi - ACIT - 2000
BERTUSSI, Os. Integração de Sul à Norte. Caxias do Sul, ACIT, 1997, 18 músicas.
BERTUSSI, Gilnei Bertussi e Os. Vida Tropeira. Caxias do Sul, ACIT, 1999, 13 músicas.
BERTUSSI, Os. O Melhor de Os Bertussi. Caxias do Sul, ACIT, 2000, 15 músicas.
BERTUSSI, Os. Música e Tradição. Caxias do Sul. ACIT, 2001, 14 músicas.
 
"Em cada faixa se escuta a nobreza de um encontro, herança do Tio Bilia o mestre da gaita ponto."
Verso no solo de Arnóbio Bilia em
Entrevero de Vanerão - Os Bilias - RGE - 1997
 
BILIA, Tio; PINHEIRO, Virgilio. Baile Gaúcho. Guarulhos, EMI Music, 1998, 12 músicas.
BILIA, Raízes do Tio, Gaita Ponto. Porto Alegre, USA Discos, 1999, 18 músicas.
BILIAS, Os. 20 Preferidas - Os Bilias. Barueri, RGE, 1997, 20 músicas.

MIRINS, Os. 40 Anos - 15 Grandes Sucessos Regravados. Caxias do Sul. ACIT, 1999, 15 músicas.
 

"... Os Serranos desceram a serra de Bom Jesus em 1968. Tocando vanerões, chotes, bugios, chamamés e milongas não apenas como diversão. Com atitude assume sua expressão artística, forjando seu estilo sem o olhar cristalizado do passado. Ao contrário, mesmo sendo um dos grupos de maior carreira no estado, sabem olhar para frente. Preservam a cultura gaúcha sem perder de vista o contemporâneo. E nele permanecem resistindo aos modismos e rótulos criados pela mídia, com a certeza de continuarem parceiros definitivos de suas próprias origens."
Texto de Fernando Rozano na contra-capa
do CD Os Serranos 25 Anos de Música Para o Brasil - RGE - 1997
 
SERRANOS, Os. 25 Anos de Música Para o Brasil. Baruerí. RGE, 1997, 12 músicas.
SERRANOS, Os. Criado em Galpão. Caxias do Sul. ACIT, 1998, 13 músicas.

MONARCAS, Os. 30 Anos de Estrada - 23 Grandes Sucessos Regravados. Caxias do Sul. ACIT, 2002, 23 músicas.

BORGHETTI, Renato. Renato Borghetti. São Paulo, PolyGram/Sigla, 2000, 12 músicas.

PORCA VÉIA. Sentado Sobre um Arreio. Porto Alegre, USA Discos, 1997, 10 músicas.
PORCA VÉIA. De Toda Lida. Porto Alegre, USA Discos, 2001, 24 músicas.
PORCA VÉIA. Novidade Velha. Porto Alegre, USA Discos / MegaTchê, 2002, 24 músicas.
 
 

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Referências Bibliográficas

ROCHA, Clóvis. ABC das Danças Gaúchas de Salão. Porto Alegre, Martins Livreiro, 2002, 62 p.

ARAÚJO, Alceu Maynard. Cultura Popular Brasileira. São Paulo, Editora Melhoramentos, 1977.

CAMARGO, Laerte. Curso Danças de Fandango, Folclore Vigente. Porto Alegre, SESI, 2000, 20 p.

CASCUDO, Luís da Câmara. Folclore do Brasil. Porto Alegre, Editora Fundo de Cultura.

IGTF. Folk, Festo e Tradições Gaúchas. Porto Alegre, Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, 1983.

LESSA, Barbosa e CÔRTES, J. C. Paixão. Danças e Andanças da Tradição Gaúcha. Porto Alegre, Ed. Garatuja, 1975,

MEYER, Augusto. Guia do Folclore Gaúcho. Rio de Janeiro, Ed. Presença, SEC-RS, MEC, 1975, 280 p.

SARAIVA, Glauco. Manual do Tradicionalista. Porto Alegre, Livraria Sulina Editora, 1968, 226 p.
 

 


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